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terça-feira, 11 de maio de 2010

Sub-programação "Passagem de Parâmetro"

A passagem de parâmetro ocorre quando é feita uma substituição dos parâmetros formais pelos reais no momento da execução da sub-rotina. Estes parâmetros serão passados por variáveis de duas formas: Por valor e Por referência.
-Por valor
Passagem de parâmetro por valor que for alterada dentro do procedimento não será visto fora. A passagem de parâmetro por valor é feito uma cópia do conteúdo da variável, todas as modificações feitas dentro do procedimento são realizadas na cópia não alterando o valor da variável original. As variáveis ocupam espaços distintos na memória RAM.
-Por referência
Na passagem de parâmetro por referência tudo o que é modificado dentro do procedimento é visto fora. Na passagem de parâmetro por referência é feita uma cópia do endereço da variável, no caso, tudo o que for alterado internamente será refletido externamente. As variáveis apontam para o mesmo espaço na memória RAM.

Sub-programação (Function)

Função:

Declaração

  Function nome (lista-de-parâmetros): tipo; 
  declaração de variáveis locais;
  Begin
  comandos;
  End;

Arquino PARTE2

Para esrever e ler nos arquivos temos :

  • Writeln: Escreve uma linha de texto no arquivo. Similar, ao comando writeln para vidio.
  • Readln: Lê uma linha de texto do arquivo. Similar ao comando readln para vidio

Para que se possa saber a posição em que nos encontramos em um arquivo, ou para que possamos nos posicionar, temos os seguintes comandos:
  • Eof – Função que indica se chegamos ao fim do arquivo (End-Of-File)
  • Eoln – Função que indica se chegamos ao fim de uma linha (End-Of-Line)
  • Flush – Permite "esvaziar" o buffer de leitura/escrita. Usada para ter certeza que o que está sendo lido ou escrito realmente está no arquivo e não em um buffer de memória.

Para manipular com diretórios e com arquivos de modo geral:
  • Erase – Apaga um arquivo existente no disco.
  • Rename – Renomeia um arquivo existente em disco.
  • Rmdir – Apaga um diretório do disco (Remove Dir).
  • Getdir – Retorna qual é o diretório corrente de trabalho.

Arquino PARTE1

Os arquivos texto são um tipo de dados pré-definido da linguagem Pascal, sendo necessária a sua declaração na sub-área de declaração VAR. Para a manipulação de arquivos de texto, usamos quatro comandos, são esses:

  • Assign: Relaciona o nome de um arquivo físico existente em disco ao nome de uma variável do programa usada para se referir ao arquivo em disco.
  • Rewrite: Abre o arquivo em disco, apagando todo o seu conteúdo, e sendo escrito a partir do seu início. Ele é usado pra criar um arquivo e escrever nele. Se você executar o comando rewrite e o arquivo jah existir e possuir informações, todos seu conteúdo será perdido.
  • Append: Abre um arquivo já existente em disco, e prepara-se para escrever no final deste. O arquivo deve obrigatoriarmente já existir no disco, pois esse comando apenas adiciona(escreve) novas informações no fim do arquivo.
  • Reset: Abre um arquivo em disco, e prepara-se para ler todo seu conteúdo a partir do início. Se o arquivo não existir em disco, ocorrerá um erro ao executar esse comando.
  • Close: Fecha o arquivo, atualizando as informações do disco.

Array

Array, também conhecido como vetor(array uni-dimensional) e matriz (array bi-dimensional).

Vetor: É um agregado de variáveis do mesmo tipo. Onde os dados são guardados em apenas uma linha.

Matriz: É quando os dados estão agregados em mais de uma linha. Um dos casos mais comuns é uma matriz de duas dimensões.

Estruturas Lógicas 3*

 Estrutura While- Essa estrutura, repete o bloco de comandos enquanto a condição for verdedeiro
                        Sintaxe: While (condição)  (também possui, Begin e End;)



Estrutura Repeat Until - Essa estrutura, repete o bloco de comandos enquanto a condição for falsa  (para a parti de um loop que deve ser craido previamente), e não precisa de Begin e End;
                       Sintaxe: Repeat   (comandos)   Until



Estruturas Lógicas 2*

Estruturas de Repetição
Esse tipo de estrutura é utilizado quando precisamos realizar comandos várias vezes. No Pascal encontramos três estruturas de repetição, FOR, WHILE e Repeat Until.


Estrutura FOR - essa estrutura irá executar os comandos enquanto a condição for Verdadeira (true).
Sintaxe: For var:=inicio To fim Do (assim como a estrutura If usará Begin e End se for mais de uma linha de comando)

Estruturas Lógicas


Estruturas de decisão

A linguagem Pascal assim com outras linguagens possui estruturas quee executam, ou não blocos de comandos de acordo com a estrutura do programa. A linguagem Pascal têm dois tipos de estruturas de decisão: IF e Case. Porém teremos como objetivo compreender a estrutura IF (se).
Estritura IF – Essa estrutura de decisão tem a função de avaliar uma ou mais expressões, e executar determinados blocos de comandos se a "resposta" receber valor de verdadeira (true) ou opcionalmente falsa (false).

terça-feira, 27 de abril de 2010

Tabela da Verdade

A tabela-verdade é usada para determinar o valor lógico de uma proposição composta, sendo que os valores das proposições simples já são conhecidos. Pois o valor lógico da proposição composta depende do valor lógico da proposição simples.
 

A B A and B A or B A xor B
V V V V F
V F F V V
F V F V V
F F F F F


Exemplos 1:
  A = V 
  B = V   
Resultado:      A and B= V       A or B= V            A xor B= F

 Exemplo 2:
 A = V
 B = F
Resultado:   A and B= F          A or B=  V           A xor B= V



#Contra indicações excesso disso pode causar alucinações. kkk(descontraindo)

Tipos de Variáveis

1. Variáveis Numéricas

  • Integer - Números inteiros entre -32768 e 32767.
  • Real - Números reais de 11 algarismos significativos. 
  • Byte - Números inteiros entre 0 e 255. 
2. Variáveis Alfanuméricas 
  • String - Caracteres alfanuméricos entre apóstrofos.
  • Char - String de apenas um caractere entre apóstrofos.            
3. Variáveis Lógicas               
  • Boolean - Assume apenas valores booleanos, que são:
    true (verdadeiro) ou false (falso).
               

Declarações de Variáveis

O que é uma Variável?  
 É um espaço reservado na memória RAM que tem Nome e tipo.

  • Não é permitido o uso de acentos nos .

Para declarar mais de uma variável do mesmo tipo, pode-se proceder
                    _________________________
                    | Var nome_da_variavel: tipo ;|

Caso tenha mais de uma variável, elas devem vir separadaspor virgula (,).
                      __________________             
                     | Var x, y, z : integer;|


 O tipo das variáveis são os valores que podem ser atribuídos a essas variáveis, como por exemplo, real, inteiro, etc.


                     _________________
                    | var                         |
                    |    nota : real;          |
                    |    codigo : integer; |
      
 Na declaração de uma variável string, Pode ser informada sua extensão.
Esta declaração da extensão reserva uma área fixa na memória para o processamento.
                     _______________
                     | Var                    |
                     |    R : string[13];|

Manipulando Dados

Os tipos de dados podem ser divididos em:
• Tipos predefinidos, isto é, que já fazem parte da própria linguagem;
• Tipos definidos pelo usuário, isto é, que são criados pelo próprio usuário.


       Variáveis 


ESCALARES                         ESTRUTURADOS
   Integer                                        Array
     Byte                                          String
     Real                                         Record
    Char                                            File
  Boolean                                        Text
    String                                          Set
    Word                                         Pointer
   Shortint                                           
   Longint        
    Single        
   Double         
    Comp          
  Extended       

Linkedição

 Depois de compilado o código é armazenado em um arquivo separado, chamado de arquivo objeto. Um processo adicional chamado de linkedição, transforma este arquivo objeto em um arquivo executável, também capaz de ser compreendido pela máquina. O arquivo executável, como o próprio nome indica, está pronto para ser
executado pelo computador.

Assim podemos usar o programa Executável sem precisar compilarmos novamente. 

Compilador

Um compilador é um programa de computador (ou um grupo de programas) que, a partir de um código fonte escrito em uma linguagem compilada, cria um programa semanticamente equivalente, porém escrito em outra linguagem, código objeto.

O nome "compilador" é usado principalmente para os programas que traduzem o código de fonte de uma linguagem de programação de alto nível para uma linguagem de programação de baixo nível (por exemplo, linguagem de montagem assembly ou código de máquina). Um programa que traduz uma linguagem de programação de baixo nível para uma linguagem de programação de alto nível é um descompilador.

Exemplos de compilador: Free Pascal, Pascal ZIM.

Introdução a linguagem pascal.

       A Linguagem Pascal destina-se à programação de computadores. Seu nome trata-se de uma homenagem ao matemático e filósofo francês, Blaise Pascal (1623-1662), criador da primeira calculadora mecânica. Esta linguagem foi desenvolvida por volta de 1968, por Niklaus Wirth, no Technical University, em Zurique, na Suíça, com o objetivo de ensinar aos seus alunos a programar em ALGOL e PLI. Desde então, as qualidades da Linguagem Pascal vêm sendo universalmente reconhecidas.
      A criação da Linguagem Pascal teve por objetivo a obtenção de uma linguagem simples, capaz de incentivar a confecção de programas claros e facilmente legíveis, favorecendo a utilização de boas técnicas de programação. Suas características foram criteriosamente escolhidas visando a permitir a obtenção de programas confiáveis, modularizados e bem estruturados, processáveis por compiladores compactos, eficientes e econômicos.
      Sob outros aspectos, a Linguagem Pascal inovou, em relação às linguagens existentes até então, ao apresentar e utilizar outros conceitos: criação de novos tipos e subtipos dentro de um programa;
manipulação de tipos enumeráveis; a estruturação de dados, que permite criar e manipular, além de arranjos, também registros, conjuntos e arquivos; a alocação dinâmica de variáveis, com o auxílio de ponteiros; declaração de identificadores para constantes: utilização de procedimentos que lêem e escrevem em campos individuais em vez de registros completos, uso de procedimentos e função recursivos, etc.